A BMW quer apontar para o futuro na direção certa

01 junho 2017

São eficazes e convencem ao volante. Não lhes falta dinâmica, revelam excelente comportamento, exibem consumos moderados e são exemplares na redução de emissões CO2, sempre abaixo das 48 gr/km.

Ser líder em tecnologias e inovação no sector da mobilidade é um dos propósitos da marca alemã que sabe que a tecnologia híbrida Plug-in ultrapassa as limitações dos veículos 100% elétricos. E foi com esse espírito que a BMW reuniu a sua gama híbrida e juntou os jornalistas durante dois dias no Alentejo.

O futuro passa pela autonomia, conectividade, eletrificação e mobilidade partilhada. Os sinais dos tempos apontam para uma nova realidade e como exemplo disso, as vendas dos híbridos BMW quase triplicaram no primeiro trimestre deste ano, comparando com igual período do ano anterior.

E porque esta tendência também já se estende às empresas há que estar atento ao importante mercado das frotas, onde as vantagens fiscais são evidentes para os veículos híbridos, para além das exigências da redução de consumo e emissões.

Para demonstrar as suas reais capacidades, a BMW colocou nas estradas portuguesas quatro modelos híbridos Plug-in com destinatários claramente diferentes.

A grande limousine executiva 740e, o novíssimo 530e, o reconhecido 330e, todos eles com conjugação de blocos a gasolina de 2,0 litros com motores elétricos.

No caso do série 7 oferece uma potência combinada de 258 cv, enquanto no série 5 e no série 3 a potência conjunta é de 252 cv, embora as diferenças de binário sejam favoráveis ao novo série 5.

Mais acessível é o BMW 225xe, que utiliza um motor transversal de três cilindros com 1,5 litros de cilindrada e uma potência conjunta de 224 cv. Postos à prova, todos eles revelaram excelente dinâmica, autonomia exclusivamente elétrica, entre os 41 e os 48 km, o suficiente para pequenas deslocações e consumos verdadeiramente aceitáveis.

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