DS 7 Crossback cumpriu a sua primeira missão oficial

15 maio 2017

Para a sua primeira deslocação oficial como Presidente da República, Emmanuel Macron escolheu o DS 7 Crossback, o novo modelo da DS Automobiles apresentado há dois meses. O modelo ‘Presidencial’ foi personalizado, nomeadamente com um teto de abrir especial para permitir ao novo Presidente da República saudar os franceses ao longo dos Champs-Elysées.

É, para a marca DS, um enorme orgulho contar com o DS 7 Crossback como o automóvel utilizado pelo novo Presidente da República francês na sua tomada de posse. Trata-se, também, da primeira vez que o novo modelo se apresenta em estrada pública, alguns meses antes do seu lançamento agendado para janeiro de 2018. Com efeito, os DS são automóveis emblemáticos e históricos que, ao longo do tempo, deixaram o seu nome intimamente ligado à história da 5ª República.

O DS “Presidencial” conta com uma carroçaria em azul e um interior revestido a couro negro ao qual foi adicionado uma criação francesa: a Tela Lacada concebida e fabricada pelo Atelier Maury. As jantes de 20 polegadas apresentam-se dotadas de elementos de personalização em dourado a que se junta um conjunto de equipamentos high-tech da gama DS como os DS Connected Pilot, que abre caminho à condução autónoma, ou a DS Active Scan Suspension que é capaz de antecipar as imperfeições da estrada através da pilotagem contínua dos amortecedores. O DS 7 Crossback ‘Presidencial’ estará exposto ao público no DS World Paris, na rue François 1er, em Paris, a partir de amanhã, dia 16 de maio.

Sabendo da relação antiga que a Presidência da República Francesa tem com a Citroen, vem a propósito recordar que o general Charles de Gaulle sofreu um atentado em 1962 quando se deslocava num DS19. A imprensa da época atribuiu às capacidades do DS o facto do chefe de Estado Francês ter saído ileso do tiroteio. Com dois pneus furados, o carro conseguiu manter a trajetória e uma passagem de quarta para terceira colocou-o fora de perigo. Mas no ano anterior, o presidente viajava também num DS quando foi vítima do atentado de Pont-sur-Seine.

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