Opinião
Antonio Xavier
ANTÓNIO XAVIER
A mobilidade elétrica abre caminho a novas associações e projetos na indústria automovel.
JOAO TRINCHEIRAS
JOÃO TRINCHEIRAS
A mobilidade partilhada é hoje, sobretudo para as novas gerações, a ausência do conceito de posse, uma perspetiva completamente diferente das gerações anteriores. 
É uma pergunta muito interessante e que colocamos a nós mesmos regularmente quando se olha para o futuro da Fórmula E. A Fórmula E não é apenas pioneira em termos de desempenho na pista, mas também na forma como interagimos com os nossos fãs.
Com um traçado forte e design bem conseguido quase que não era preciso conduzir a V90 para a resumir numa palavra: robusta.
LUÍS CUNHA
Chegamos sempre a uma verdade incontornável, o passar dos anos reflete-se mais nos proprietários do que nos automóveis.
GABRIELA BARRETO
Um automóvel totalmente autónomo dispensa a intervenção do condutor, pois através de uma tecnologia sofisticada tem a capacidade de identificar a via, a sinalização, os veículos em movimento, peões e obstáculos. Trata-se de uma área em permanente evolução tecnológica, e que va...
Li há dias um comentário que me fez sorrir, de um entusiasta de automóveis clássicos, onde se fazia referência aos automóveis atuais como sendo eletrodomésticos com rodas. Concordando-se ou não com esta descrição, não tenhamos dúvidas, os automóveis atuais contêm todos, entre ...
ANABELA CORREIA
As marcas passaram a elaborar os seus planos de meios com maior ênfase no canal digital e, dependendo do produto, passaram exclusivamente a comunicar online. É o caso da Ford que também aposta no digital onde os potenciais clientes podem obter mais informação.
OPINIAO 01_INESCASTRO
INÊS DE CASTRO RUIVO
Os fabricantes de automóveis garantem que a circulação de carros autónomos irá aumentar a segurança nas estradas. E a lei, o que diz sobre carros sem condutor? De quem é a responsabilidade em caso de acidente? Será preciso ter carta de condução para guiar um destes carros?
OPINIAO 01_ANDRESILVEIRA
Muito provavelmente, daqui a alguns anos, iremos “chamar” um automóvel com recurso ao telemóvel, introduzir a rota enquanto esperamos e chegar ao destino sem nos preocuparmos com o local para estacionar. Simples, rápido, intuitivo e autónomo.
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