Como é irresistível a tendência da eletrificação

02 agosto 2017

A partir de 2019 todos os novos modelos da marca terão algum tipo de assistência elétrica. Sejam semi-híbridos, híbridos do tipo plug in como o Levante ou mesmo 100% elétricos, como acontecerá com uma das versões do Alfieri, o novo desportivo da marca italiana.

Estes são os novos planos de Sergio Marchionne, CEO da FCA, um resistente à eletrificação e que agora vem recuar na sua posição seguindo o rumo do contexto atual da industria automóvel, sobretudo na Europa.

Desse modo, o primeiro carro com zero emissões da Maserati surgirá precisamente em 2019 com o lançamento do Alfieri (um concept apresentado no Salão de Genebra em 2014), que terá também versões com motores V6 a gasolina sobrealimentadas.

Entretanto, a marca prepara-se para lançar uma versão híbrida plug in do Maserati Levante em 2018.

Até lá, Marchionne vai avisando que a integração dos componentes necessários à eletrificação, como motores e baterias, implicará um aumento expressivo no preço dos automóveis em 2021-2022. É também uma das razões que levou a começar o processo de eletrificação do grupo pela Maserati, que tem maior flexibilidade no que toca a preços, absorvendo melhor os custos crescentes.

Se a Maserati é a primeira, a eletrificação rapidamente chegará às outras marcas do grupo, com Marchionne a referir que em 2022, metade dos modelos serão de alguma forma eletrificados.

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