BMW Série 3 ainda é o rosto da marca

| Revista ACP

Há 50 anos foi lançado aquele que ainda é para muitos entusiastas da marca o BMW definitivo.

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Corria o ano de 1975 quando o filme Tubarão, considerado uma das obras-primas de Steven Spielberg, lotava os cinemas e atingia recordes de bilheteira um pouco por todo lado. Foi também o ano em que a BMW apresentou ao mundo aquele que é considerado o modelo da marca bávara: o BMW Série 3. Elegante no design e inigualável no desempenho, iniciou uma história de sucesso que perdura até aos dias de hoje por ir na sétima geração (apresentada em 2019).

O design do primeiro BMW Série 3 foi inspirado no Série 5 (1972-1981) e destacou-se pela carroçaria de duas portas, uma inovadora traseira, a caraterística grelha dupla em forma de rim e os faróis redondos,que lhe conferiam elegância e caráter com assinatura de Paul Bracq, chefe de design da marca. Também o responsável pela conceção de outros modelos do construtor como o protótipo BMW Turbo que resultou no lendário BMW M1.

No seu lançamento, o BMW Série 3 equipava um eficiente motor de quatro cilindros movido a gasolina que permaneceu até 1987. Eram baseados no bloco M 10, o mesmo que levou Nelson Piquet ao título do Campeonato Mundial de Fórmula 1, em 1983.

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Internamente conhecido como E21, este BMW tornou-se numa das berlinas desportivas mais populares dos anos 70, não só pela elegância das suas linhas e performance, mas também por oferecer outros detalhes que muito contribuíram para o seu êxito. Exibia um posto de condução inclinado para o condutor, uma curva dupla no pilar C e uma traseira marcante, que no conjunto fazia com que este automóvel respondesse aos requisitos dos clientes mais desportivos. Durante a sua vida útil (1975-1983) foram produzidos 1,36 milhões de unidades.

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